Notas:
Se não conseguirem ler o que escrevi, tratarei de passar isto a computador (na condição de me darem um adequado estímulo monetário).
Quanto às imagens um pouco cortadas de lado, não consigo alterar. Para tal não acontecer, ficariam demasiado pequenas!
Descobri que, para além de sinusite e rinite, às vezes tenho ronhite.
Segundo o Homem Certo, este termo significa “fazer ronha/engonhar” o que, portanto, será semelhante àquilo a que chamo preguicite.
Acredito que na base do mecanismo fisiopatológico destas condições esteja uma inflamação que afeta a vontade de trabalhar, pelo que temos que descansar imediatamente. Quando uma destas graves patologias dá sinais de vida é extremamente difícil contrariar a sua ação!
(Não comecem com ideias, que não passarei atestados médicos de "ronhite" ou "preguicite" a ninguém!)
"Erotismo ou desporto?", é a questão colocada neste artigo, relativamente à dança do varão.
Depois de ver o vídeo da vencedora do Campeonato Mundial de Dança do Varão deste ano, só posso dizer que deveria ser considerada dança desportiva ou até mesmo desporto.
Apreciem a prestação de Galina Musina, que "chegou a treinar oito horas por dia, todos os dias, para conseguir alcançar o título de campeã mundial. Tem 22 anos, é russa e no domingo passado recebeu uma medalha de ouro, uma conquista tão desejada quanto a vontade de reconhecimento desportivo da modalidade que pratica: dança do varão."
E como será uma performance masculina nesta modalidade? Surpreendam-se:
ADOREI. Erotismo? Nestes vídeos, confesso que não o detetei. Acho até que há estilos de dança mais sensuais do que este. Detetei, sim, imensa força muscular, resistência física, capacidades acrobáticas e ritmo. E qual a diferença entre mostrar estas competências num trapézio ou num varão?
Imagem original aqui
Sinceramente, sinto-me agradecida por me ter deparado com o artigo da Paula Cosme Pinto, que me deu a conhecer uma manifestação artística interpretada, na maior parte das vezes, como uma técnica de sedução e entretenimento em casas de striptease.
Por último, penso que a sensação que esta modalidade nos transmite depende essencialmente da forma como os dançarinos se vestem: se uma rapariga dançar tango de mamocas ao léu também passa a ser considerado erotismo.
Tive um problema com o bloqueador de anúncios do Chrome e a situação tornou-se bastante irritante: até aqui no blog via publicidade.
Mas o momento alto (ou não) deste breve período sem o AdBlock aconteceu quando se abriu uma página, em ecrã inteiro, onde podíamos ler: “a vida é demasiado curta, tenha um caso”. Esta louvável afirmação estava acompanhada pela imagem de uma fêmea a mostrar as mamas. Mas o importante aqui é mesmo a afirmação.
Às vezes, pergunto-me porque alguns humanos se comportam como animais irracionais. Estamos todos na selva? Pensando no assunto, até alguns seres irracionais são fiéis ao parceiro durante toda a vida. São exemplo disso os cisnes, os lobos, algumas espécies de peixes e até mesmo as baratas, entre muitos outros. (Aqui fica a prova que há, de facto, humanos mais nojentos do que baratas.)
Imagem original aqui
Para não dizerem que sou super antiquada e para me defender dos que acreditam que é tudo-ao-molho-e-fé-no-Diabo-e-só-o-sexo-é-que-interessa, deixo uma ressalva: se o casal concordar com uma “relação aberta”, então sejam felizes dessa forma. É que, como se costuma dizer, não me aquece nem me arrefece.
Neste post, a indignação que mostro é relativa a situações em que um elemento do casal acredita que está numa relação monogâmica e o outro decide ser besta.
Se, na mesa da sala dos meus pais, o lugar mais próximo da tomada está ocupado, armo um estendal com o carregador do PC, em vez de ir procurar uma extensão.
Já ouvi vários queixumes sobre o assunto, mas acho que este foi o melhor (dito pelo minha mãe): Passo a vida a saltar à corda cá em casa!
Sou mesmo boa filha, não sou?!
Até criei uma estratégia para a minha família fazer exercício físico!
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